15 de julho de 2008

Drommar Ibland

Hei-de morrer sem chegar a dizer-te. Dizer-te luz, saibro, estrela, cascalho, citocromo-c. E a razão pela qual todas estas palavras são revestidas de Azul. Talvez um dia acordes noutro universo, os olhos pasmados de ternura, voltares a dizer "eu mais, eu melhor" e a sorrires com os meus "maisjómenos". Será sempre o teu sinal marca de estrela tatuado no meu espírito. A minha casa: apenas um persistente pixel Azul Neblina alicerçando a estrutura hemoglobínica das palavras.


[este blogue talvez regresse um dia destes]



[Voyager 1, 14/2/1990, 4 milhões de milhas]


[A imagem anterior, desta feita ampliada; o ponto esmaecido que se encontra na faixa castanha da direita é o planeta Terra - deverás clicar para ampliá-lo, Azul]


[A minha casa, vista da Cassini orbitando as orelhas moucas de Galileu, 15/9/2006]


Nem chega a um pixel