5 de junho de 2007

Sobre a contingência da palavra "amor"

Defende que "a palavra amor é incendiária" e diz que toda a sua vida foi um disparate. Então, o amor será disparate?

Quase sempre e talvez mais o amor que escolhi. A minha vida foi uma aventura estranha mas bonita. No campo do amor, não tenho coisas muito feias para me entristecerem; sinto, porém, que hoje me faz falta ter alguém ao meu lado. De repente, um tipo verifica isto: uma vida inteira de amores, e de amores muito bonitos, mas que passam...


Entrevista a Artur do Cruzeiro Seixas por Maria Augusta Silva in Apeadeiro, número duplo 4/5