25 de maio de 2007

A rose is a rose is a rose


Colhi-lhe uma rosa do meu quintal para ensaiar com a minha voz mais melíflua: "a rose is a rose is a rose" (Gertrude Stein). Ela retorquiu-me com prontidão luminosa que não se tratava de uma rosa. Devolvi-lhe, não sem antes me ter forçado a um levantar de ombros previamente estudado: "Não faz mal, tu também não és uma mulher, és a minha rapariga-de-pernas-altas e ofereço-te este Sol porque me sabes a Azul planetário e a promessas de Estio".