31 de maio de 2007

Ando a namoriscar


Bem sei que me dirias que eu não tenho o hábito de ler Pirandello. Ou talvez te remetesses a um silêncio de madrepérola quando, no café, repousarias os dedos sobre a minha coxa e com palavras e gestos especiosos me convencerias que o melhor era mesmo deixar de lado o Pirandello e a caixinha de cigarrilhas e fazer amor contigo.

Para quem não queira adiar a leitura, a edição é da Cavalo de Ferro (sim, sabes bem que eu gosto muito desta editora) com tradução de Margarida Pequito. Ora lê aqui.